Acidente por embriaguez levou a detenção da condutora na noite de 3 de outubro, por volta das 22h30, após uma sequência de colisões na rua Tiradentes, região central de Ponta Porã.
Detalhes do acidente por embriaguez em Ponta Porã
Segundo registro policial, a condutora de um GM/Sonic cinza perdeu o controle do veículo e colidiu inicialmente contra outro automóvel. Em seguida, o carro atravessou o canteiro central, invadiu a pista contrária e atingiu mais um automóvel e quatro motocicletas que estavam estacionadas em frente a dois estabelecimentos comerciais. O impacto também danificou mesas, cadeiras e a porta de vidro de um comércio local. Não há registro público de vítimas com ferimentos graves no boletim inicial.
Teste do etilômetro e enquadramento legal
Durante o atendimento, os agentes ofereceram o teste do etilômetro, que apontou 0,70 mg/L — valor superior ao limite legal de 0,34 mg/L. O resultado caracterizou crime de trânsito previsto no art. 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), cuja pena pode variar de detenção de 6 meses a 3 anos, além de multa e suspensão ou proibição de dirigir. Em razão da constatação, a condutora foi conduzida à 1ª Delegacia de Polícia de Ponta Porã para as providências cabíveis.
Consequências e procedimentos após o acidente por embriaguez
Além do inquérito criminal, o caso pode ensejar medidas administrativas, como a apreensão do veículo e a instauração de processo para suspensão do direito de dirigir. No atendimento, o veículo foi entregue a um motorista habilitado, que realizou o teste do bafômetro com resultado negativo, evitando o recolhimento imediato do automóvel por falta de condutor apto.
Entenda o que caracteriza o crime por embriaguez ao volante
O crime de conduzir veículo automotor sob influência de álcool configura-se quando o índice detectado no etilômetro ultrapassa o limite legal ou quando há comprovação de consumo por outros meios. No Brasil, o parâmetro comumente aplicado em exames de etilometria é o valor em mg/L, e leituras acima de 0,34 mg/L são tratadas como infração criminal, sujeitas às penas previstas no CTB. Além das sanções penais, o motorista pode responder por danos materiais causados a terceiros e ser obrigado a reparar prejuízos comprovados.
Impacto material e repercussões locais do acidente por embriaguez
O episódio gerou danos em veículos e no mobiliário de estabelecimentos comerciais, como mesas, cadeiras e vidro da entrada, o que acarreta perdas econômicas aos proprietários. Colisões dessa natureza também interrompem o tráfego local e exigem atuação de equipes de trânsito e, eventualmente, laudos periciais para apuração das causas e responsabilidades. Comerciantes afetados podem registrar ocorrência e exigir indenização pelos prejuízos documentados.
Prevenção e orientações sobre acidente por embriaguez
Casos de acidente por embriaguez reforçam a necessidade de práticas preventivas: planejar retorno sem dirigir após consumo de bebida alcoólica, utilizar transporte por aplicativo, táxi ou motorista designado, e priorizar campanhas educativas sobre os riscos de beber e dirigir. Autoridades de trânsito e forças de segurança costumam intensificar fiscalizações em horários de maior circulação noturna para reduzir ocorrências semelhantes.
Como proceder após presenciar ou sofrer um acidente
Se você presenciar um acidente, mantenha distância, sinalize o local para evitar novos impactos, acione os serviços de emergência e forneça informações precisas às equipes de socorro e à polícia. Caso haja suspeita de condutor embriagado, registre a ocorrência e, se possível, colete informações como placa e fotos que possam auxiliar na investigação. Para quem sofreu danos materiais, documentar o prejuízo e registrar boletim de ocorrência é essencial para possíveis pedidos de indenização.
O episódio em Ponta Porã segue sob apuração policial e poderá gerar desdobramentos judiciais conforme o andamento das investigações e das medidas administrativas de trânsito. A população é orientada a priorizar a segurança viária e evitar conduzir veículos após consumo de álcool.







