Assassinado em córrego, o corpo de Wangley Pereira Reis foi encontrado na tarde de quarta-feira na avenida Ernesto Geisel, no bairro Guanandi, em Campo Grande. A vítima, que usava tornozeleira eletrônica, apresentava perfurações compatíveis com disparos de arma de fogo; segundo a delegada responsável, foram ao menos quatro tiros.
Investigação sobre o assassinato em córrego
As autoridades informaram que a ocorrência foi registrada após acionamento de moradores. O tenente do Corpo de Bombeiros informou que o corpo foi localizado por volta das 14h e apresentava ferimentos na cabeça e no braço. A perícia técnica esteve no local para a coleta de vestígios e para a documentação da cena do crime. Ainda não há confirmação sobre autoria ou motivação do crime.
O fato de a vítima usar tornozeleira eletrônica será verificado pela polícia como parte das linhas de investigação. Registros e sistemas que controlam as tornozeleiras podem auxiliar na confirmação de deslocamentos e contatos prévios, além de possibilitar a checagem de eventuais falhas ou inconsistências no equipamento. Investigadores costumam solicitar prontuários, histórico de monitoramento e eventual contato com a empresa responsável pelo equipamento.
A cena do crime e depoimentos
Moradores relatam ter ouvido barulhos semelhantes a disparos pouco antes do achado do corpo, mas nenhum suspeito foi visto no momento em que saíram de casa. A vítima foi encontrada sem camisa e sem documentos, o que dificultou a identificação imediata. A identificação foi confirmada posteriormente pelas autoridades competentes.
A delegada que atendeu a ocorrência apontou que o número de disparos e as perfurações indicam execução, mas ressaltou que somente a investigação, exames periciais e o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) poderão confirmar a dinâmica e a causa exata da morte. Exames balísticos, levantamentos de projéteis e análise de cenas são procedimentos padrão em casos como este.
Procedimentos adotados após o achado
No local, além do Corpo de Bombeiros e da Perícia Técnica, foram acionadas equipes policiais para garantir a preservação da cena. A investigação deve coletar imagens de câmeras de segurança da região, ouvir testemunhas, colher depoimentos de vizinhos e verificar rotas de fuga possíveis. A apuração também pode incluir checagem de registros telefônicos e análises de redes sociais, quando autorizado judicialmente.
A presença de marcas de disparos e ferimentos em áreas como cabeça e braços costuma indicar confronto direto ou execução. Contudo, as autoridades evitam conclusões precipitadas até a conclusão dos laudos. O inquérito deverá esclarecer se houve participação de terceiros conhecida pela vítima, se existiam ameaças anteriores registradas e se há relação com crimes anteriores ou conflitos locais.
Impacto na comunidade e próximas etapas
O episódio gerou preocupação entre moradores do Guanandi, que relataram aumento na sensação de insegurança. Testemunhas relataram que, ao ouvirem os barulhos, saíram às ruas, mas não visualizaram movimentação de suspeitos. A investigação buscará, entre outras provas, imagens de estabelecimentos próximos e relatos de moradores que possam ter percebido veículos ou pessoas em atitudes suspeitas.
As próximas etapas oficiais incluem a finalização do exame pericial, laudo de exame de corpo de delito e a realização de diligências para localizar e identificar possíveis envolvidos. A autoridade policial responsável pelo caso informou que o inquérito está em andamento e que novas informações serão divulgadas conforme a apuração avançar.
Orientações e contato
Autoridades locais reforçam a importância de moradores que tenham qualquer informação sobre o caso entrarem em contato com a delegacia responsável. Denúncias podem ser feitas de forma anônima e são fundamentais para auxiliar nas investigações. A colaboração da comunidade, imagens e relatos podem acelerar a identificação de autores e esclarecer a motivação do crime.
O caso permanece sob investigação. A confirmação de que o homem foi realmente assassinado com pelo menos quatro tiros partiu da autoridade policial presente, mas somente os laudos oficiais poderão detalhar com precisão a dinâmica do crime. A polícia trabalha para reunir evidências e identificar responsáveis, preservando o andamento do procedimento e respeitando os prazos legais.
(Informações oficiais divulgadas pelas autoridades competentes e relatos de moradores sobre o ocorrido.)







